Será que um dia deixarei descobrir a minha alma?
Quem mais poderia fazê-lo meu imenso mar azul?
Se a cada encontro nosso nada me perguntas e tudo sentes.
Se em cada segredo nada me dizes e tanto me das.
Sei que a cada vez que me tens mais me cuidas...mais me tornas mulher.
A nossa cumplicidade gera marés...tens a minha alma...tenho-te em mim.
...consegues despertar em mim estes sentimentos tão opostos. Como o frio que derrete os nossos corpos.
segunda-feira, abril 15, 2013
domingo, abril 14, 2013
sexta-feira, janeiro 04, 2013
Quero um homem...
"Quero um homem
que toque minha alma,
que entre pelos meus olhos
e invada meus sonhos.
Quero que me possua inteira,
corpo e alma,
fazendo dos meus desejos
breves segundos de êxtase
o prazer do encontro total.
Quero sentir seus braços longos
envolvendo meu abraço,
seus lábios mudos
calando o meu silêncio
sem precisar nada dizer...
apenas me olhando
com olhos negros e úmidos
e me tomando devagar,
como o mar avança na praia,
como eu sei que tem que ser
e sei que um dia será."
Autor: Cláudia marc zak
terça-feira, julho 10, 2012
Nunca
Nunca os meu lábios foram tocados com tanta doçura
Nunca a minha pele foi acariciada com tanta sensualidade
Nunca os meus olhos foram penetrados com tanta intensidade
Nunca a minha sensualidade esteve tanto em sintonia
Nunca o meu corpo esteve presenteado com tanto prazer
Nunca a minha alma se sentiu tão preenchida
Nunca estiveste tão completo
Nunca...negaremos o que nos torna especiais.
Nunca.
Nunca a minha pele foi acariciada com tanta sensualidade
Nunca os meus olhos foram penetrados com tanta intensidade
Nunca a minha sensualidade esteve tanto em sintonia
Nunca o meu corpo esteve presenteado com tanto prazer
Nunca a minha alma se sentiu tão preenchida
Nunca estiveste tão completo
Nunca...negaremos o que nos torna especiais.
Nunca.
domingo, abril 22, 2012
fotógrafo: Oleksiy Maksymenko
Fossem as tuas mãos meu desejo
Teu desvio minha posse
Em corpos que se enlaçam
Perante o luar que nos aquece
Despindo-nos das vidas
Entrando na nossa fantasia.
terça-feira, abril 03, 2012
sábado, setembro 10, 2011
"A Ponte para a Eternidade"

fotógrafo:Brigitte Sporrer
“ Não sei onde estás, mas vives algures neste planeta e, um dia, tu e eu vamos tocar neste portão onde toco agora. A tua mão tocará nesta madeira, aqui! Depois, atravessá-la-emos e transbordaremos de futuro e de passado, e seremos um para o outro como nunca ninguém foi. Não sei porquê não nos podemos conhecer agora. Mas, um dia as nossas perguntas serão respostas e seremos surpreendidos por algo tão brilhante… e cada passo que dou é um passo mais numa ponte que temos de atravessar para nos conhecermos. Depressa, por favor!”
(A Ponte para a Eternidade – Richard Bach)
terça-feira, maio 31, 2011
domingo, maio 15, 2011
...
quarta-feira, abril 13, 2011
loucura
domingo, março 27, 2011
...
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
pedras
terça-feira, janeiro 18, 2011
vens?
domingo, janeiro 09, 2011
...
quinta-feira, dezembro 23, 2010
desejo vermelho
domingo, novembro 28, 2010
pura essência

fotógrafo:Mark A. Johnson
Não é fácil quando tentamos fazer uma resenha dos outros quando maior parte das vezes até de nós é difícil alcançar esse estado de crítica. Não me assusta quando caio e sinto a fragilidade dos laços humanos, mas, não é a todos que mostro o lado em que as maresias soltam aromas característicos de presenças fortes, apreciados por uns, indiferentes por outros, receados por aqueles que nunca admitiram que a vida é muito mais além do que puros materialismos, ou falsos moralismos. A vida é gerida por quem transforma a inteligência emocional em felicidade. E cada vez que me atrevo na amostragem do perfume do mar, sorrio pelas características que as minhas lágrimas têm, dou-me conta que sou uma extensão dessa mais pura e enigmática força que é o mar.
Não pretendo ascender ao lugar de um oceano, embora cresça cada vez que me fecho, não há nada mais aprazível do que sentir o rebentar do nosso eu, dando lugar ao renascimento, de corpo tolhido pelas dores do parto do meu regenerar.
E a cada passo que me olho, amo-me, vejo… não são as palavras, nem os actos que me abatem, acima de tudo porque sei o quanto sou, independentemente do que pensem.
Não pretendo ascender ao lugar de um oceano, embora cresça cada vez que me fecho, não há nada mais aprazível do que sentir o rebentar do nosso eu, dando lugar ao renascimento, de corpo tolhido pelas dores do parto do meu regenerar.
E a cada passo que me olho, amo-me, vejo… não são as palavras, nem os actos que me abatem, acima de tudo porque sei o quanto sou, independentemente do que pensem.
segunda-feira, novembro 22, 2010
-me...(2010.11.22)
sábado, novembro 20, 2010
mar
domingo, outubro 24, 2010
espécie de amor
segunda-feira, fevereiro 01, 2010

fotógrafo: Max Power
Das noite que encobrem
O nevoeiro do meu corpo
Guiando-me por limites infindos
Lançando-me por a sinuoasidade
Do desconhecido que é a minha alma.
Seduzindo-me pelos sentidos que intuem
Uma promíscua secura de quem já nada teme.
Torna-se o escuro em luminusidade intensa
Ofuscando a busca num abismo de incertezas.
Urge a minha presença perante a vida que me esconde.
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